terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma dedicação- Sem título.

Postado por A propos de moi. às 17:47
 As andorinhas e outros tipos de passaros não se cansaram de voar, eles migraram o ano todo de um lado para outro. As areias, feito montes de terra na praia essas sim foram turistas, E mudaram de posição a cada vento forte que dera. Só nós continuamos os mesmos, com nossas mesmas molduras á mostrar para quem vinhesse visitar nossa exposição. Nós continuamos as mesmas obras de artes que julgavamos ser. Me recordo de quando nos encontramos, nós não cansavamos de repetir  "Muita coisa mudou,Eu mudei" Tentando convecer a nós mesmos dessa oblíqua verdade .Posto que em algum lugar dentro de nosso coração... a esência continuava a mesma. - Ela sempre continua a ser - . Nossos pés podem ter criado mais calos, nossos rostos mais rugas, nosso coração mais queixas, Mas ainda sim eramos a mesma pintura de sempre. Pintados á oléo. 
  As Arvóres continuaram  crescendo e nós repetiamos em nossas conversas que também nos encontravamos evoluindo, mas os olhos entregavam aquilo que a boca mentia, a verdade que o coração omitia.
  De verdade os falo, ou melhor, Os confesso. Quando nós- eu e ele- nos viravamos as costas era aí que nos encontravamos tão iguais com tais verdades: Podiamos mudar de vida, mais algo que jamais se modificava era o coração, e isso nos fazia ficar como sempre, Como nós mesmos.

( Obs: Não importa se você não entendeu ).

1 comentários on "Uma dedicação- Sem título."

Unknown on 13 de abril de 2011 às 14:19 disse...

amo seus textos <3

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma dedicação- Sem título.

 As andorinhas e outros tipos de passaros não se cansaram de voar, eles migraram o ano todo de um lado para outro. As areias, feito montes de terra na praia essas sim foram turistas, E mudaram de posição a cada vento forte que dera. Só nós continuamos os mesmos, com nossas mesmas molduras á mostrar para quem vinhesse visitar nossa exposição. Nós continuamos as mesmas obras de artes que julgavamos ser. Me recordo de quando nos encontramos, nós não cansavamos de repetir  "Muita coisa mudou,Eu mudei" Tentando convecer a nós mesmos dessa oblíqua verdade .Posto que em algum lugar dentro de nosso coração... a esência continuava a mesma. - Ela sempre continua a ser - . Nossos pés podem ter criado mais calos, nossos rostos mais rugas, nosso coração mais queixas, Mas ainda sim eramos a mesma pintura de sempre. Pintados á oléo. 
  As Arvóres continuaram  crescendo e nós repetiamos em nossas conversas que também nos encontravamos evoluindo, mas os olhos entregavam aquilo que a boca mentia, a verdade que o coração omitia.
  De verdade os falo, ou melhor, Os confesso. Quando nós- eu e ele- nos viravamos as costas era aí que nos encontravamos tão iguais com tais verdades: Podiamos mudar de vida, mais algo que jamais se modificava era o coração, e isso nos fazia ficar como sempre, Como nós mesmos.

( Obs: Não importa se você não entendeu ).

Um comentário:

 

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